quinta-feira, 5 de junho de 2008

BEZERRA DE MENEZES - O FILME



Primeiro longa-metragem Cearense passado no Século XIX o filme será um marco na
Cinematografia do Estado.

Realizado com a mais avançada tecnologia digital e finalizado em 35mm, o longa-metragem "Bezerra de Menezes- Médico dos Pobres" fará uma fiel reconstituição de época para representar o Ceará e o Rio de Janeiro do Século XIX. Com cuidadosa pesquisa história de Luciano Klein, biógrafo de Bezerra de Menezes, aliada a extensa pesquisa iconográfica nos acervos mais importantes do país, a vida de Bezerra de Menezes será contada com passagens ficcionais e relatos de pesquisadores de sua vida e obra.
http://www.bezerrademenezesofilme.com.br
A produção terá locações no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro e contará com o talento do ator Carlos Vereza interpretando Bezerra de Menezes, além de grande elenco Cearense.

O produto final será exibido em salas de cinema e disponibilizado para locação em DVD em todo o território Nacional.



VEJA O TRAILER DO FILME:




quarta-feira, 4 de junho de 2008

DOWNLOADS GRATUITOS


Pense – Pensamento Social Espírita

Livros completos e uma série de artigos sobre o campo social, com uma abordagem espírita. Destaque para "Espiritismo dialético", de José Herculano Pires e "Reencarnação e desigualdades", de Deolindo Amorim.

Biblioteca Espírita Virtual



Mantida pela Federação Espírita do Paraná, disponibiliza obras de domínio público sobre fenômenos espíritas e Doutrina Espírita, destacando publicações do século XIX e do início do século XX, a maior parte delas em francês.

Uma voz no vento



Volta-te para o Céu e segue Jesus. O consolo descerá do Alto para aliviar os teus desgostos. E mais tarde... Espera, minha querida, porque ainda abençoarás as amarguras que hoje te desolam, por amor às alegrias que te esperam.

Sublimação – cap. 4.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

DESTINO E LIVRE ARBÍTRIO

Por Edson Tomazelli

A perguntar 860 de “O LIVRO DOS ESPIRÍTOS” nos fala sobre as questões de livre-arbítrio e a conseqüente relação de causa e efeito, cujo teor parcialmente transcrevemos “Pode o homem, pela sua vontade e por seus atos, fazer com que os acontecimentos que deveriam ocorrer não ocorram, e vice e versa?” E a resposta: “Ele pode, desde que esse desvio aparente possa se harmonizar com a vida que escolheu.(...)”.

A Doutrina Espírita vem nos mostrar que, se as causas dos fatos mais importantes de nossa vida, felizes ou dolorosos, não forem localizadas na vida presente, com certeza iremos encontrá-las em vida anteriores, pois os efeitos de nossos atos, de acordo ou contrários à lei que rege a harmonia do Universo, podem ser imediatos ou ocorrer em futuro mais ou menos distante.

Em razão disso é possível entender as disparidades nas condições físicas, sociais e morais dos seres humanos, no contexto da justiça divina, porque cada um de nós encontra-se numa posição mais ou menos determinada pelo conjunto de nossos atos, que praticamos nesta vida e nas anteriores, somando, ainda, os períodos na erraticidade, sempre levando-se em conta as nossas necessidades de expiação e de aprendizado de maneira geral.

Essa possibilidade de interferirmos no curso dos acontecimentos, agravando ou atenuando os efeitos ruins, promovendo ou dificultando os efeitos bons, é que nos confirma a resposta dada pelos Espíritos na questão acima.

Demais, precisamos entender que todas nossas ações, por mais insignificantes que sejam, sempre serão acompanhadas de seus efeitos, e que irão se somando uns aos outros, no curso de nossas existências.

Por isso a importância prática de conhecermos as leis que regem a matéria e o espírito, pois sabendo os efeitos e os resultados daquilo que fizermos, poderemos agir de modo a criar situações mais favoráveis que nos aproximem da felicidade. Somos, portanto, os construtores de nossos próprios destinos.

Com esse entendimento, as questões da fatalidade e do destino deixam de ter o caráter místico com que freqüentemente são colocadas. Nada do que nos aconteça é questão de sorte ou azar. Bobagem acreditar que as ocorrências em nossas vidas são determinadas pelas influências dos astros, nomes, números ou por outros fatores externos semelhantes, pois não encontram amparo na lei de causa e efeito e na justiça divina.

Nossos sofrimentos acontecem na hora e na medida certa, sempre em conseqüência das ações más que praticamos, nesta vida ou em vida anteriores. Por outro lado, a situações felizes que vivemos não são obras do acaso, mas foram preparadas por nós mesmos quando agimos de acordo com as recomendações dos princípios cristãos, isto é, quando fazemos o bem.

Na verdade, o destino existe e aquele do qual nós somos os próprios artífices. Destino esse que podemos ir modificando a cada dia, no quadro geral das leis naturais que regem o Universo, acrescentando ao nosso aperfeiçoamento a beleza e os nossos valores próprios, construindo o edifício de nossa consciência. Tal é o objetivo da evolução humana.

Emmanuel, no capítulo “Fatalidade e Livre Arbítrio”, do livro Nascer e Renascer, destaca: “O mapa de regeneração volta conosco ao mundo, consoante as responsabilidades por nós mesmos assumidas no pretérito remoto e próximo; com tudo o modo pelo qual nos desvenciliamos dos efeitos de nossas próprias obras facilita ou dificulta nossa marcha redentora que o mundo oferece”.



domingo, 1 de junho de 2008

Encontro de PSICOGRAFIA em SP



Hoje e amanhã, dias 1° e 2 de junho, Celso Almeida Afonso realizará sessões de psicografia em São Paulo (SP). O médium colaborador do Centro Espírita Aurélio Agostinho, localizado em Uberaba (MG), reconhecido por seu trabalho de auxílio ao próximo - orientação espiritual e cartas psicografadas do Além para parentes e amigos que buscam consolação -, atenderá à Rua Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, 1.038 (Vila Jaguara), próximo a Ponte dos Remédios, em frente à Agência do Bradesco (mesmo endereço, no número 1051), São Paulo (SP). A sessão de hoje, dia 1° de junho, será dividida em dois horários: das 13 às 14h, atendimento àqueles que desejarem a orientação espiritual. A segunda parte, destinada à psicografia, está marcada para às 19h, com recepção aos interessados às 18h. Enquanto o médium psicografar, um expositor convidado palestrará a respeito de um tema de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Celso Afonso lembra as palavras do médium Francisco Cândido Xavier: "O telefone toca sempre de lá para cá". Por isso, nem todos os presentes receberão as mensagens. Na segunda-feira, dia 2 de junho, será realizada outra sessão de psicografia no mesmo local. Mais informações com Marlene no telefone (11) 3625-1769. Entrada franca.



Fonte: Jornal dos Espiritos - Espiritismo em Jornal diário. O seu jornal espírita na web.

ADVINHA QUANTO EU TE AMO


Era hora de ir para a cama, e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do coelho pai.
Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse: “adivinha o quanto eu te amo!”.

“Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar” – respondeu o coelho pai.

“Tudo isto” – disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.

Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: “e eu te amo tudo isto!”

“Hum,isso é um bocado” pensou o coelhinho.

“Eu te amo toda a minha a altura” – disse o coelhinho.

“E eu te amo toda a minha altura” – disse o coelho pai.

“Puxa,isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim”.

Então o coelhinho teve uma boa idéia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: “eu te amo até as pontas dos
edos dos meus pés, papai!”

“E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés” – disse o coelho pai balançando o filho no ar.

“Eu te amo toda a altura do meu pulo!”, riu o coelhinho saltando de um lado para outro.

“E eu te amo toda a altura do meu pulo” – riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.

“Isso é que é saltar; pensou o coelhinho. Bem que eu gostaria de pular assim.”

“Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio” – gritou o coelhinho.

“Eu te amo até depois do rio, até as colinas.” – disse o coelho pai.

“É uma bela distância pensou o coelhinho.” Mas, àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando. Então, ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: nada podia ser maior que o céu.

“Eu te amo até a Lua!” – disse ele, e fechou os olhos.


“Puxa, isso é longe” – falou o papai coelho – “longe mesmo!”


O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa-noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: “eu te amo até a Lua... ida e volta!”


E você, já disputou alguma vez com seu filho quem gosta mais um do outro?


Geralmente as disputas são em torno de questões como quem joga futebol melhor, quem corre mais, quem vence mais etapas no vídeo
game, quem coleciona mais troféus, etc.

A vida atarefada, o corre-corre, os inúmeros compromissos, por vezes nos afastam das coisas simples como sentar na cama ao lado do
filho e lhe contar uma história, enquanto o sono não vem.

Acariciar-lhe os cabelos, segurar suas mãozinhas pequenas, fazer-lhe companhia para que se sinta seguro.


Deitar-se, sem pressa, ao seu lado quando ele vai para a cama, falar-lhe das coisas boas, ouvir com ele uma melodia suave para espantar
os medos que tantas vezes ele não confessa.

Falar-lhe do afeto que sentimos por ele, do quanto ele é importante em nossa vida. Dizer-lhe que um anjo bom vela seu sono e que Deus
cuida de todos nós.

E se você pensa que isso não é importante, talvez tenha esquecido das muitas vezes que arranjou uma boa desculpa para se aconchegar ao
lado do pai ou da mãe, nas noites de temporal...

***
Se, às vezes, é difícil se aproximar de um filho rebelde, considere que a sua rebeldia pode ser, simplesmente, um apelo desajeitado de alguém que precisa apenas de um colo seguro e um abraço de ternura.



Redação do Momento Espírita, baseado no livro “Adivinha quanto eu te amo" de Sam Mcbratney, ed. Martins Fontes .