sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Um importante aprendizado

 

planeta-terra

 

A Terra é um imenso planeta, lar de bilhões de seres que aqui têm a oportunidade de viver e aprender, em uma maravilhosa escola.

Este planeta que nos abriga é regido por Jesus, a quem nada passa despercebido, da mesma forma que nenhum som passa sem ser notado pelo maestro de uma orquestra, não importando o número de instrumentos que a compõe.

Tudo o que nos ocorre é do conhecimento de nosso querido Guia e Mestre, que já nos avisava que suave é Seu jugo e leve o Seu fardo, mostrando que ninguém terá uma carga de aprendizado acima das suas possibilidades.

Porém, em meio a acontecimentos que nos causam preocupação, não raramente nos deixamos conduzir por sentimentos de medo e de abandono.

Sendo a Terra uma escola, não é local apenas de folguedos e risos, mas também de tarefas e de aprendizados. Esses, muitas vezes, se fazem através de grandes dificuldades.

As epidemias fazem parte da história da humanidade e, em séculos passados, dizimavam número expressivo da população da Terra.

A medicina, então ainda em sua infância, não possuía meios de combater rapidamente doenças que, por vezes, permaneciam por séculos sem esperança de cura.

A higiene era precária e favorecia a disseminação dos microorganismos que encontravam solo fértil no organismo de muitos, associada à miséria e à fome.

Mas, Jesus estava atento e não deixou de nos enviar grandes pesquisadores como Louis Pasteur que, em meados do século XIX expõe a tese de que os micróbios causavam as infecções.

A partir de tal descoberta, os hábitos de higiene foram lentamente incorporados ao cotidiano, em uma verdadeira revolução para a época.

Mais tarde, em meio à dor e à destruição da Segunda Guerra Mundial, a descoberta da penicilina, por Alexander Fleming traz à Humanidade, finalmente, uma possibilidade real de cura para muitas doenças infecciosas.

Sempre atento às necessidades da Humanidade, nosso Mestre permitiu, através de tantas inteligências diferenciadas, o desenvolvimento surpreendente da ciência e, com ela, da medicina, principalmente no século XX.

As enfermidades não desapareceram, mas já podem ser curadas. Epidemias continuam a surgir, mas com a mesma rapidez com que aparecem, a Ciência desvenda uma maneira de controlá-las através de vacinas ou de medicamentos.

De maneira alguma estamos sozinhos no combate às doenças. Temos sempre conosco o amparo do Alto.

* * *

Pensemos que tais situações não ocorrem por acaso e que nos trazem muitos ensinamentos.

Nessas situações a Ciência progride, a solidariedade entre as pessoas é maior, os profissionais de saúde têm a oportunidade de reaprender a dar atenção e acolhimento a seus pacientes diante do sofrimento.

Perante tais perigos relembramos dos cuidados básicos de higiene, bem como da alimentação adequada e saudável para ajudar nosso corpo em sua defesa. É uma busca do equilíbrio frente aos exageros tão comuns atualmente.

Valorizamos a permanência em nossas casas junto à família, ao invés das aglomerações em locais onde os vícios facilmente atraem os jovens, ou onde o consumismo desequilibra a vida financeira.

E aprendemos a orar, pois a mente em oração fortalece o corpo físico e o protege, fazendo-o vibrar em uma frequência mais elevada.

Aproveitemos, pois, estes momentos delicados para nosso próprio aprendizado e, ao invés de medo e preocupação, tenhamos a certeza de que estamos sempre amparados.

Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Prece - Pedão

 

 

"Senhor;

Que eu saiba amar sem ser amado.

Dar sem receber.

Perdoar.

Perdoar do fundo da alma.

Não apenas da boca para fora.

Não devemos carregar para outra dimensão,

para outra vida,

sentimentos tão inferiores

que podemos minimizar

enquanto encarnados.

Procuremos no fundo de

nossos corações a paz.

Busquemos a felicidade

nas coisas pequenas do

nosso dia-a-dia,

coisas que nos parecem insignificantes,

mas que quando as perdemos,

percebemos quão valiosas são.

Aprendamos a viver

sem ter que machucar

os outros e a nós mesmos

com nossos atos,

nossas palavras.

Busquemos enfim,

vivermos em paz e harmonia,

hoje e sempre!..."

Que assim seja !! 

Graças a Deus

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

PRECE - RENOVACAO

 

flor

 

Renovação

Dai-nos Pai,
a iluminação, para não nos perdermos
nos caminhos da vida;
a inteligência, para sempre sabermos
separar o bem do mal;
a humildade, para aceitarmos nossos
defeitos e fraquezas; o entendimento,
para corrigirmos nossos erros;
a força, para continuarmos caminhando.
Dai-nos a pureza do coração das crianças,
para amarmos os nossos semelhantes.
Enfim Pai, dai-nos a coragem, para que,
a cada dia, a renovação se faça em nosso
espírito, para sermos um pouco mais
merecedores de Vossa bondade, justiça e amor.
Assim seja.

Marina C. Cruz

FEB convida para a Defesa da Vida

 

A Federação Espírita Brasileira convida a todos os espíritas e simpatizantes para participar de mais um passo rumo ao respeito à vida humana, desde a concepção: a 3ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida.

Como parte central da programação, a 3ª Marcha, que este ano faz parte do Projeto Cultura, Cidadania e Vida, ocorrerá no dia 30 de agosto com Concentração no Eixão Sul, altura da 208, a partir das 15h, em Brasília (DF). O encerramento deste grande evento contará com um show com a cantora Elba Ramalho, aberto ao público, com entrada franca.

Do projeto Cultura, Cidadania e Vida constam ainda: show com o Grupo Arte Nascente no dia 28 de agosto na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, às 19h, lançamento da Exposição pela Vida pela Paz, com obras de arte doadas por renomados artistas do Distrito Federal, oficina de trabalho sobre o tema “A contribuição das artes para a promoção da defesa da vida e da cultura da paz”.

A FEB defende o respeito à vida desde a fecundação e o Movimento Brasil Sem Aborto!

 

Informações sobre a Marcha pelo telefone (61) 3345-0221, correio eletrônico pelavidapelapaz@gmail.com ou na página www.brasilsemaborto.com.br

Assessoria de Comunicação da FEB: imprensa@febnet.org.br; fone (61) 2101-6175.

Prece do coração

 

Beija_Flor_Azul

Deus, guia-me por entre as trevas.

Ilumina meu caminho.

Dá-me forças para caminhar pelo estreito caminho da salvação.

Orienta-me para não me julgar nem pior nem melhor que nínguem.

Que nenhuma injustiça me faça injusto.

Que as gratidões não me tornem ingrato.

Que nenhuma maldade que eu venha receber me faça mal.

Que eu possa, meu Deus, preferir receber todas as injustiças e maldades a fazer uma só.

Ajuda-me a servir, mesmo nos pequenos atos, e auxilia-me a vencer o egoísmo de querer ser servido.

Ó meu Deus! que seja feliz servindo com amor, sem, contudo, esquecer de fazer a felicidade de outros.

Faze de minha vida um luminoso reflexo de sua luz !

Obrigado meu Deus !

( Do livro Mistério do sobrado- Antonio carlos)

sábado, 22 de agosto de 2009

O romantismo não morreu

 

My Hearts In The Trees

 

Nos tempos que correm, uma onda de pessimismo parece ter tomado conta das pessoas.

Ouvimos idosos, olhando para o passado, e lamentosos, dizerem: Ah, no meu tempo era tão diferente.

Abanam as cabeças, de forma negativa, olhando para os jovens que falam em ficar, em pegar e que parece terem esquecido todas as regras do recato e do bom tom.

Saudosos, esses que amadureceram na vida, lembram do tempo do seu namoro, onde pegar na mão do namorado já queria dizer um compromisso sério.

Beijo antes do casamento, somente na mão, na testa ou na face. Onde, enfim, tudo era reservado para a noite de núpcias. Especial, única, inapagável.

Onde se aguardava o dia do casamento como o do dia D: inigualável.

Ouvindo tudo isso, se nos deixarmos envolver, acabaremos, igualmente por nos contaminar. E tudo passaremos a ver dessa forma.

Como se o romantismo tivesse morrido, o amor tivesse sido substituído por expressões ligeiras de um afeto fantasioso, que hoje é e amanhã é jogado fora.

Contudo, não são todos os jovens que deixaram de sonhar com as coisas belas. E o amor continua na moda. O romantismo subsiste nas almas que amam o belo, o bom.

Verificamos isso, em muitas atitudes detectadas na juventude. Quantas meninas sonham com o baile de debutantes, o serem enlaçadas por um jovem belo e adentrarem o salão, ao som de uma emocionante valsa?

Observamos, em concertos que têm proliferado pelo mundo, acontecendo em grandes estádios, para milhares de pessoas. Ali estão as mais variadas idades presentes: crianças, jovens, adultos, idosos.

E cada qual se emociona à sua maneira com a orquestra, a música, a dança, as cores e as luzes.

Uns choram lembrando os amores já vividos, as experiências passadas.

Outros se emocionam, sonhando com o futuro que almejam para si, ao som dos acordes que se sucedem e do espetáculo que é mostrado no palco.

Quando veem jovens lindas, em vestidos maravilhosos, com seus pares em elegantes fraques se movimentarem aos sons melodiosos de uma valsa, as lágrimas lhes vêm aos olhos.

Elas suspiram... E sonham. Sonham em ter um amor, que seja eterno. Em ter um par para toda a vida. Um par que as beije com delicadeza, que tenha gestos de polidez.

Par que saiba elevá-las no ar, com braços fortes, quando as dores lhes estiverem vergastando os dias, exatamente como os dançarinos fazem com suas acompanhantes, no palco.

Sim, o amor não morreu. As jovens continuam a sonhar com cavalheiros e eles, com verdadeiras damas.

Não nos deixemos contaminar, pois, pela onda de pessimismo que se apresenta em muitos seres.

Saibamos descobrir esses corações mal saídos da infância, sonhando com um futuro de alegria, de amor e de beleza. Para si, para seu par, para sua família, para o mundo.

Ao lado dessas criaturas que parecem para nada ligar, senão para o momento presente, milhares de almas almejam um futuro melhor para esse planeta, começando por idealizar e lutar por sua própria e verdadeira felicidade.

Pensemos nisso e invistamos nesses jovens, que podem ser nossos filhos, nossos netos, nossos sobrinhos, nossos irmãos, nossos amores, bem próximos de nós.

Descubramo-los e os auxiliemos em sua construção do mundo de amor, desde agora. Por eles, por nós, pelos que virão empós.

Redação do Momento Espírita

 

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

DECEPÇÕES

 

Você já teve alguma decepção na vida?

Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.

Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um punhal invisível que dilacera as fibras mais sutis da alma.

Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem investimos nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.

Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que, de um momento para outro, passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...

Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos mais parte da sua história... que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.

Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir.

Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus atos não nos causam nenhuma impressão.

Assim, vale a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.

Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos.

E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade. Nunca nos disseram que seriam eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.

Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.

Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem está iludido.

Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento.

Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.

Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas.

A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os fatos que estão à nossa frente.

E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido, enganado sobre algo ou alguém.

Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam a visão.

Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem.

Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.

Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.

* * *

Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas.

Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.

Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma.

Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.

Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, Coletânea v. 8 e 9, ed. Fep.