quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Canção de Natal

flores natal

Era a véspera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austríacos, o padre Joseph Mohr lia a Bíblia.

Quando se detinha nos versículos que se referiam às palavras do visitante celeste aos pastores de Belém: Eis que vos trago uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram à porta.

Uma camponesa pedia que fosse abençoar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.

Em pobre cabana de dois cômodos, cheia de fumaça do fogão, encontrou uma mulher com seu filho nos braços. A criança dormia.

O padre Mohr deu sua bênção ao pequeno e à mãe. Uma estranha emoção começou a tomar conta dele. A cabana não era o estábulo de Belém, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.

Ao descer a montanha, de retorno à paróquia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.

Aproximando-se da aldeia, pôde observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.

Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em oração, o aniversário do Divino menino. A milenária promessa de paz vibrava no silêncio do bosque e no brilho das estrelas.

Padre Mohr não conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe ía na alma.

Pela manhã procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.

O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta é a canção de Natal de que necessitamos!

Compôs a música para duas vozes e guitarra, porque o órgão da igreja, o único na localidade, estava estragado.

No dia de Natal de 1818, as crianças se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.

Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...

Dias depois, chegou ao povoado o consertador de órgão. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.

O técnico em consertos de órgão era também um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e música da nova canção.

Consertando órgãos por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Canção de Natal. Não sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.

Entre muitos que aprenderam a Canção, quatro crianças, os irmãos Strasser passaram a cantá-la.

O diretor de música do Reino da Saxônia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.

A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Canção apaixonava os corações.

Mas ninguém sabia dizer quem era o autor.

Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar até Franz Gruber.

Haviam se passado mais de trinta anos. E a história do surgimento da Canção de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.

Não são conhecidas outras músicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua única produção.

Não será possível crer que as vozes do céu, que se fizeram ouvir na abençoada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que nós, os homens, pudéssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemoração, a cada ano, do aniversário do nosso Mestre e Senhor?

 

 

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos no livro Remotos cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim. Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. Feb.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Momento de Reflexão: Tudo passa

 

 

Certamente, você já deve ter passado por dias difíceis, onde os passos, antes ligeiros, se fazem contados, e onde o cenho pesado descreve as paisagens do coração.

Nesses dias, tem-se a impressão de que o ar se mostra pesado e cortante, que o céu é menos azul e que o riso e a espontaneidade desapareceram de nós mesmos.

São dias de desafios, que ocorrem com qualquer um de nós, nos oferecendo o aprendizado e o entendimento que a vida é escola a oferecer inúmeras lições.

Algumas vezes esses dias nascem das dificuldades financeiras, onde o dinheiro parece minguar, até mesmo para as contas mais básicas da manutenção da família.

Doutra feita, os dias sombrios surgem lentamente, no dia-a-dia da convivência familiar, seja no filho difícil, a nos exigir amor incondicional, ou no cônjuge exigente, a nos demandar paciência e compreensão.

Não raro, são as pequenas tarefas comezinhas, que vão, qual picadas de agulha, pouco a pouco, minando nossa disposição e esforço por bem conduzir a vida.

Conta-se que o Apóstolo da Caridade, Francisco Cândido Xavier, o nosso Chico Xavier, estava passando por uma fase muito dura em sua vida.

Os problemas familiares se avolumavam, a incompreensão alheia se mostrava intensa e isso tudo lhe enchia o coração de inquietações e dores.

Um dia, em que as dores se mostravam mais profundas, recorreu Chico Xavier ao seu mentor espiritual, Emmanuel, a fim de fazer-lhe uma solicitação.

Rogou Chico se Emmanuel poderia fazer um pedido, solicitar um conselho a Maria Santíssima, a mãe de Jesus, que, com seu coração amoroso e materno, pudesse lhe dar um conselho em momento tão amargo de sua vida.

Emmanuel lhe respondeu que iria encaminhar sua solicitação. Passados alguns dias, retorna o Espírito venerável com a resposta de Maria, mãe de Jesus.

Chico, diz Emmanuel, Maria manda lhe dizer o seguinte: “Tudo passa”. E o sábio médium acolhe aquelas palavras curtas entendendo o seu significado. Afinal, tudo passa.

Assim acontece conosco. As borrascas da vida são desafios para o desenvolver das virtudes. Elas nos exigem ora a paciência, ora a compreensão, tantas vezes nos convidam a cultivar a fé.

Todos esses desafios estão sob os olhos de Deus, que cuida de cada um de nós atentamente, sabendo quais as melhores lições para cada um de nós, Seus filhos.

No momento da dificuldade, quando as dores parecem intensas, quando as forças parecem se esvair, e quando temos a certeza que iremos sucumbir, há que se lembrar do conselho de Maria Santíssima: Tudo passa.

Dores e tormentos são lições para a alma que, ao bem conduzi-las, passa a compreender melhor as Leis de Deus, os desígnios da vida, amadurecendo seus valores.

Por mais intensos sejam os desafios de hoje, amanhã estes mesmos se transformarão em lembranças na mente e valores perenes no coração.

Redação do Momento Espírita.

MENSAGEM DE CHICO XAVIER PARA PIETRO UBALDI

Mensagem psicografada por Chico Xavier, em 1951, e dirigida a Pietro Ubaldi, na ocasião de sua visita ao famoso médium mineiro.

Mensagem de Francisco de Assis dirigida a Pietro Ubaldi, recebida por Chico Xavier, em 17 de agosto de 1951, em Pedro Leopoldo

 

Pedro,

O calvário do Mestre não se constituía tão somente de se­cura e aspereza... Do monte pedregoso e triste jorravam fontes de água viva que dessedentaram a alma dos séculos. E as flores que desabrocharam no entendimento do ladrão e na angústia das mulheres de Jerusalém atravessaram o tempo, transformando-se em frutos abençoados de alegria no celeiro das nações.

Colhe as rosas do caminho no espinheiro dos testemunhos... Entesoura as moedas invisíveis do amor no templo do coração!... Retempera o ânimo varonil, em contato com o rocio divino da gratidão e da bondade!... Entretanto, não te detenhas. Caminha!... É necessário ascender.

Indispensável o roteiro da elevação, com o sacrifício pessoal por norma de todos os instantes. Lembra-te, Ele era sozinho! Sozinho anunciou e sozinho sofreu. Mas erguido, em plena solidão, no madeiro doloroso por devotamento à humanidade, converteu-se em Eterna Ressurreição.

Não tomes outra diretriz senão a de sempre. Descer, auxiliando, para subir com a exaltação do Senhor. Dar tudo para receber com abundância. Nada pedir para nosso EU exclusivista, a fim de que possamos encontrar o glorioso NÓS da vida imortal. Ser a concórdia para a separação. Ser luz para as sombras, fraternidade para a destruição, ternura para o ódio, humildade para o orgulho, bênção para a maldição...

Ama sempre. É pela graça do amor que o Mestre persiste conosco, mendigos dos milênios, derramando a claridade sublime do perdão celeste onde criamos o inferno do mal e do sofrimento.

Quando o silêncio se fizer mais pesado ao redor de teus passos, aguça os ouvidos e escuta. A voz Dele ressoará de novo na acústica de tua alma e as grandes palavras, que os séculos não apagaram, voltarão mais nítidas ao círculo de tua esperança, para que as tuas feridas se convertam em rosas e para que o teu cansaço se transubstancie em triunfo.

O rebanho aflito e atormentado clama por refúgio e segurança. Que será da antiga Jerusalém humana sem o bordão providencial do pastor que espreita os movimentos do céu para a defesa do aprisco?

É necessário que o lume da cruz se reacenda, que o clarão da verdade fulgure novamente, que os rumos da libertação decisiva sejam traçados. A inteligência sem amor é o gênio infernal que arrasta os povos de agora às correntes escuras, e terrificantes do abismo. O cérebro sublimado não encontra socorro no coração embrutecido. A cultura transviada da época em que jornadeamos, relegada à aflição, ameaça todos os serviços da Boa Nova, em seus mais íntimos fundamentos. Pavorosas ruínas fumegarão, por certo, sobre os palácios faustosos da humana grandeza, carente de humildade e o vento frio da desilusão soprará, de rijo, sobre os castelos mortos da dominação que, desvairada se exibe, sem cogitar dos interesses imperecíveis e supremos do espírito.

É imprescindível a ascensão. A luz verdadeira procede do mais alto e só aquele que se instala no plano superior, ainda mesmo coberto de chagas e roído de vermes, pode, com razão, aclarar a senda redentora que as gerações enganadas esqueceram.

Refaze as energias exauridas e volta ao lar de nossa comunhão e de nossos pensamentos.

O trabalhador fiel persevera na luta santificante até o fim. O farol do oceano irado é sempre uma estrela em solidão. Ilumina a estrada, buscando a lâmpada do Mestre que jamais nos faltou.

Avança... Avancemos...

Cristo em nós, conosco, por nós e em nosso favor, e o Cristianismo que precisamos reviver à frente das tempestades, de cujas trevas nascerá o esplendor do Terceiro Milênio.

Certamente, o apostolado é tudo. A tarefa transcende o quadro de nossa compreensão.

Não exijamos esclarecimentos. Procuremos servir. Cabe-nos apenas obedecer até que a glória Dele se entronize para sempre na alma flagelada do mundo.

Segue, pois, o amargurado caminho da paixão pelo bem divino, confiando-te ao suor incessante pela vitória final.

O Evangelho é o nosso Código Eterno. Jesus é o nosso Mestre Imperecível. Subamos, em companhia Dele, no trilho duro e áspero.

Agora é ainda a noite que se rasga em trovões e sombras, amedrontando, vergastando, torturando, destruindo...

Todavia, Cristo reina e amanhã contemplaremos o celeste despertar.

 

Momento de Reflexão: Hora de Luz

 

 

Quando tudo de pareça frustração e impedimento;

no instante em que a solidão te obrigue a pensar e repensar;

em observando os recursos necessário a própria

subsistência cada vez mais distantes;

no momento em que os melhores amigos te considerarem incapaz para o serviço a fazer;

na travessia de graves desgostos;

nas épocas de crise, quando a provação te procure

para demoradas visitas;

ouvindo os pregoeiros do pessimismo e do desalento;

diante das ocorrências complicadas e dolorosas;

quando o desânimo te ameace;

ou na ocasiãoem que tõdas as circunstâncias surjam conjugadas como que favorecendo a ignorância e o desequilibrio;

guarda a certeza de que estás atingindo a hora de luz

em que desfrutas a oportunidade de revelar a força de tua

fé e o ensejo bendito em que podes, com a benção de

Deus, esquecer o mal e fazer o bem.

 

Francisco Cândido Xavier, pelo espirito Emmanuel.

Mensagem extraida do livro "Algo Mais"

 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Conserva-te em Harmonia

Vês acabarem-se as antigas construções dominadoras, ao sopro do vendaval que varre a Terra.

Acompanhas a decadência dos valores éticos de alta magnitude, sob o terremoto da alucinação que se estabelece.

Assistes a volúpia do prazer descabido, em nome dos novos rumos que a sociedade se impõe.

Observas a delinqüência crescendo, sem aparente próxima solução em pauta.

São tantos os abusos e tais aberrações, que te percebes estranho no contexto social hodierno, sentindo-te deslocado no lar, no trabalho, onde te apresentas.

Como efeito, a depressão te ameaça, o medo te assusta, os conflitos te perturbam.

Indagas, aturdido:- "Como será o futuro? Que conduta deverei assumir nestas graves circunstâncias?''

Tem calma! Harmoniza-te com o bem e aguarda.

Banhado pela fé, nada te deve perturbar.

Sustentado pela ação da caridade, que distribuas, não te desesperes.

A tua tarefa de crescimento para Deus, realizá-la-ás.

Joana de Cusa demonstrou sua fé, no momento do martírio, permanecendo tranqüila até o fim.

João Huss, igualmente na fogueira, compadecendo-se dos sicários que o escarneciam.

Joanna D’ Arc, entre as labaredas, manteve-se harmonizada e perdoou seus algozes.

Giordano Bruno, também imolado pelo mesmo processo, ficou sereno.

Sempre houve períodos de loucura na Terra.

De quando em quando, a transição da humanidade faculta a eclosão das paixões dissolventes e alucinadas.

Estes são dias graves. Conduza-se com robustez, apoiado no Evangelho de Jesus, seguindo confiante.

Não te aturda a balbúrdia dos enfermos-sorridentes, dos embriagados-jubilosos, dos intoxicados-zombeteiros.

Foste conduzido a esta situação, a fim de contribuíres para a melhoria das criaturas.

O médico é útil quando surge a enfermidade, ou antes, gerando condições que possam evitar o mal. Quando já instalada a doença, a terapia corresponderá ao seu grau de gravidade.

O mestre faz-se valioso diante da ignorância do aprendiz.

O cristão é fortaleza de segurança e apoio em favor dos que necessitam de ajuda.

Jesus sempre esteve a braços com homens e situações, de certo modo, semelhantes ao que enfrentas.

Foi nesse clima que Ele demonstrou a Sua grandeza, permanecendo em harmonia com os objetivos a que se entregou, sem perturbar-se, nem tergiversar em momento algum.

Assim, conserva-te em harmonia.

 

Divaldo Pereira Franco / Joanna de Ângelis

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Chamo-me amor

QUANDO, nas horas de íntimo desgosto,

o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos  Busca-Me:

eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas;

Quando te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim:

eu sou a Luz, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos;

Quando se te extinguir o ânimo, as vicissitudes da vida,

e te achares na eminência de desfalecer, chama-Me: eu sou a Força,

capaz de remover-te as pedras dos caminhos de sobrepor-te às adversidades do mundo;

Quando, inclementes,

te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a cabeça,
corre para junto de Mim: eu sou o Refúgio,

em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranqüilidade para o teu espírito;

Quando te faltar a calma, nos momentos de maior aflição,

e te julgares incapaz de conservar a serenidade de espírito,

invoca-Me: eu sou a Paciência, que te faz vencer os transes mais dolorosos
e triunfar nas situações mais difíceis;

Quando te abateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos,  grita por Mim: eu sou o Balsamo,

que te cicatriza as chagas e te minora os padecimentos;

Quando o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que já ninguém pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a Sinceridade,

que sabe corresponder à fraqueza de tuas atitudes e à exelsitude de teus ideais;

Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento,  clama por Mim: eu sou a Alegria,  que te insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos de teu mundo interior;

QUANDO, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero,  apela para Mim:eu sou a Esperança, que te robustece a fé e acalenta os sonhos;

QUANDO a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-Me: eu sou o Perdão, que te eleva o ânimo e promove a reabilitação de teu espírito;

Quando duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre a Mim: eu sou a Crença, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da felicidade;

Quando já não aprovares a sublimidade de uma afeição sincera
e te desiludires do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de Mim: eu sou a Renúncia,  que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo;

Quando, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.

Eu sou a dinâmica da Vida e a  harmonia da Natureza;

chamo-me AMOR! 

Emmanuel / Chico Xavier

Momento de Reflexão - SEGUINDO ADIANTE

 

A provação que se nos revela de impacto assemelha-se a golpe destruidor.
Quando isso, porventura, te aconteça é natural que sofras e chores,
entretanto, não te fixes em qualquer condição negativa.
Prossegue nas tarefas que a Sabedoria da Vida te confiou.
Recorda: quando uma bomba explode numa longa vereda talhada na pedra, quase
sempre surgem janelas abertas nas paredes da rocha, pelas quais é possível
descortinar amplos caminhos que mais facilmente trilharemos em busca de paz
e de elevação.
(Chico Xavier/Emmanuel - Mensagem recebida em 06/01/1980 em Uberaba).


* * * * * *
Não nos esquecamos de que a floresta se levantou de sementes quase
invisíveis, de que o rio se forma das fontes pequeninas e de que a luz do
Céu, em nós mesmos, começa de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem
do coração.
(Obra: Caridade - Chico Xavier/Meimei)